30 de abr de 2008

VGMusic. Sensacional!

Com a ajuda da internet, a VGmusic desenvolveu sua própria cultura, estendendo-se muita além da sua existência como trilha-sonora de vídeo-games.
Fãs se agrupam, real ou virtualmente, para vários propósitos envolvendo a música dos vídeo-games. Várias comunidades inspiradas pelo tema surgiram como resultado, mesmo não estando diretamente envolvidas pelos vídeo-games em si. Fãs com habilidades musicais fazem performances musicais das canções, além de remixes. Alguns também atuam no aspecto mais técnico, como em comunidades aonde os chips originais dos computadores e consoles são emulados para recriar a música ou criar composições originais. Outras culturas mais técnicas desenvolvem ou usam emuladores para executar arquivos de áudio das cópias dos jogos originais, ou às arquivam para compartilhamento.
A apreciação pela música dos vídeo-games, em particular pela música dos consoles da terceira e da quarta geração e ocasionalmente das gerações mais recentes, continua até hoje representada fortemente pelos fãs e pelos compositores, mesmo sob a ausência de um vídeo-game. Melodias e temas de 20 anos atrás continuam a ser reutilizadas por gerações mais novas de vídeo-games.
A prática de vender trilhas sonoras de vídeo-games separadamente do vídeo-game em si aparentemente teve início no Japão. Discos com novas versões, remixes e performances ao vivo também eram variações comuns das trilhas originais. Koichi Sugiyama foi uma das primeiras pessoas nesses sub-genêros, e logo após o lançamento de Dragon Quest em 1986, foi lançado um CD com uma performance ao vivo de suas composições executadas pela Orquestra Filarmônica de Londres (e, posteriormente, por outras orquestras, como a Orquestra Filarmônica de Tóquio e a NHK Symphony). Outro pioneiro, Yuzo Koshiro, lançou uma performance ao vivo da sua trilha para ActRaiser. As contribuições de Koshiro em parceira com Mieko Ishikawa para a música de Ys tiveram tanto impacto que foi a trilha sonora de vídeo-game que mais teve discos lançados.
Como as trilhas sonoras de animes, esses discos e até livros de partituras costumavam ser vendidos exclusivamente no Japão. Portanto, jogadores de outros países com interesse pelas músicas tinham que importar os produtos com empresas especializadas. Somente no final da década de 90 que alguns títulos (apenas os mais populares) começaram a ser lançados em outros países, como Estados Unidos e Inglaterra.

(Fragmentos extraídos do Wikipédia)


E para quem já curte ou quer descobrir representantes desse divertido estilo, LUVEBOX dá algumas dicas:

YMCK - Três japoneses fazem lembrar sons de velhos consoles de jogo. O 1o álbum fez sua popularidade com o estilo raro de desempenho ao vivo utilizando animações de pixels de bits. Participam de muitos festivais internacionais como na Suécia, Nova Iorque, Tailândia, Taiwan e Coréia do Sul, etc. Eles tem ainda um vasto leque de atividades, tais como trabalhos de remix, gravação em vídeo, sets de DJ, dentre outras. Ouça: http://www.myspace.com/ymck



KPLECRAFT - Estes também são made in Japão e se caracterizam por improvisações utilizando instrumentos acústicos com efeitos sonoros. Ouça: http://www.myspace.com/kplecraft


DESERT PLANET - Sons que remetem a velhos de jogos da escola electro-pop-space-punk-bling-blong!. A música é uma mistura louca de efeitos sonoros automáticos de videogames, synths barato e brinquedos. O grupo é da Lapônia, Finlândia. Ouça: http://www.myspace.com/desertplanet

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